sábado, 10 de março de 2012
Racismo, Xenofobia e União Européia
domingo, 8 de janeiro de 2012
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
Jobs e seu rebanho.

Steve Jobs de 56 anos, CEO da Apple morreu na semana passada e o que não faltou foram homenagens para ele. Um jornal até escreveu que “a morte de Jobs teve o mesmo impacto que a morte de um astro pop” e citou Lennon como exemplo.
Steve Jobs foi um grande homem, isso é verdade, mas esse endeusamento por parte da mídia e das pessoas pareceu exagerado. Jobs nada mais foi do que um capitalista que atuou do ramo do design da tecnologia e influenciou notoriamente a forma de pensar e as estratégias de negocio do mundo corporativo.
Sua obra não impactou diretamente do mundo nenhum tipo de melhora, a morte de Jobs mostra apenas mais uma transvaloração de valores. O que Jobs fez foi aprimorar a tecnologia da forma estética, ele deixou os celulares mais bonitinhos e inseriu neles um monte de funções que já existiam e colocou um “I” em seus nomes.
Sua obra só deixa clara a busca atual por uma estética aprimorada, enquanto o que realmente deveria ser colocado em primeiro plano, às vezes, nem é cogitado.
Sinto pelo homem que morreu de forma dolorosa e de forma alguma pelos seus ideais.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Relação Animal/Alimento
A história é a seguinte:Esses dois vermes , idiotas, , monstros da foto ¬¬' pegam os animalzinhos indefesos e simplismente matam eles . Esses imbecis enforcam , esfaqueiam os animais indefesos.
Por favor, com urgência faça
circular isso na internet. Logo essa mensagem chegará no computador de
alguem que possa identificá-los, que os conheça do bairro, da escola,
das baladas... Assim que forem
identificados informe a polícia e as lideranças do movimento de defesa dos animais. Repassando, repassa ai tbm :D ....... não custa nada repassa.. não tenha preguiça ....é só compartilha
domingo, 11 de setembro de 2011
Fundamentalismo

quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Geração Coca-Cola (Sem Gás, Sem Limão!)

Não que eu seja um grande defensor de toda a piração dos anos 60 (imagina!); mas ultimamente tenho me deparado em/com situações constrangedoras, nas quais fico pensando como uma pessoa com livre-arbítrio pode suportar. Não falo somente de música; falo de tudo! Tudo está muito sem-sal, sem nenhuma luz nos olhos e coisas assim; como uma coca-cola sem gás.
Permitam que eu seja mais claro. Como temos consumido cultura? Como temos nos comunicado com as pessoas? Como temos acesso até mesmo às pornografias da puberdade? Internet! Na frente de um computador, paradão como se o mundo se resumisse àquilo. Claro que isso é uma generalização.
Agora falemos de comportamento social. Não sei se é um fato local, mas vejo as pessoas cada vez mais individualistas. Não digo egoístas apenas, digo individualistas. Temos muita tecnologia pra isso. Fones de ouvido muito bem elaborados, com a capacidade de nos vedar do mundo (Fahrenheit 451?), ligados a smart phones tornam uma simples caminhada de uns metros, numa perfeita alienação. Quantos de nós não dizemos: “Putz, nem te vi na rua cara!”
Culpa da tecnologia? Que nada. Se fosse por esse princípio, a música dos anos 60 poderia muito bem ser igualada com a de hoje, proporcionalmente. Antigamente, acreditava tratar-se das músicas que as pessoas ouvem; quando também não é. Música alienada existe desde sempre. E no mais, acredito que culpa não é uma boa palavra, seria melhor causa circunstancial depreciativa de uma comparação entre partes. Sim, estou falando do “politicamente-correto”.
Este mesmo texto que por vós é lido, foi alterado umas três vezes para não ofender ninguém. Sabe por que? Porque eu não quero ser processado! E se estiver lendo uma versão impressa, faça o favor de não jogá-lo em via pública, e sim dobrado numa lata de lixo reciclável para papel. Aliás, melhor nem imprimir. Abracemos as árvores! E os peixes! Abrace hoje mesmo!
E olha o Pente!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Marcha Contra a Corrupção

sábado, 3 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Como ficar famoso hoje em dia.

quinta-feira, 28 de julho de 2011
Extrema ignorância

Na última sexta-feira o mundo conheceu mais um extremista, Anders Behring Breivik foi responsável pelos dois ataques terroristas na Noruega. Anders condenou o a miscigenação de raças e os muçulmanos como os responsáveis pelo caos da sociedade atual.
Não é a primeira vez e provavelmente não será a ultima vez que isso irá acontecer. A ideia de diferenciação de raças e o preconceito sempre provocaram tragédias em todo o mundo, mas não adianta culpar os problemas do mundo em pessoas com ideais diferentes, o que se deve fazer é admitir que a sociedade inteira está com problemas e não é a diferença entre as pessoas que causam os mesmos.
Mais um país sofreu com a metafísica histórica que afirma e mata antes procurar soluções para a pobreza e a miséria física e intelectual, a imprensa também colabora para a disseminação dessas ideias ao exibir noticias a todo instante sobre as pessoas que tomas essas atitudes e ao tentar encontrar as soluções e as explicações para tais acontecimentos.
É óbvio que estas notícias devem ser mostradas, mas não com todo esse enfoque que propícia a mais extremistas tomarem as mesmas ideias apenas para que seu nome seja exaltado em toda a imprensa.
Tudo em excesso faz mal. E é através de mentes torpes que a religião e os preceitos ideológicos tornam-se algo negativo para o mundo, deve-se olhar a religião como um meio de aproximar-se de Deus ou tão somente para estar bem consigo mesmo, não para justificar mortes e tentar criar uma raça que nunca irá existir, o homem e suas contradições, isso sim, sempre existirá...
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Arte



domingo, 3 de julho de 2011
Antagonismo




sábado, 2 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Dom de Escrever
Duas das maiores dádivas que Deus nos concedeu são: o dom de escrever e o dom de ler. A Leitura é a captação/obtenção de conhecimento. A Escrita a transmissão. Essa dupla se caracteriza como um grande diálogo. Um diálogo que atravessa a História.
Leitura e Escrita, qual o mais simples? Na Escrita somos ativos, transmissores. Na Leitura somos passivos, receptores. Cada um tem seu charme. Escrever muito é diferente de ser um bom escritor. Ler muito é diferente de ser sábio.
Como se tornar um bom escritor? De que é feito um bom escritor? Seria um bom escritor o mesmo bom leitor? Para se escrever bem é necessário ler muito? Um bom escritor é bom escritor porque é mais sábio ou inteligente que os demais? Teria ele uma maior facilidade de organizar idéias? O “dom” da escrita seria, então, proveniente do cérebro? Será necessário um vocabulário farto? Seria tudo simples fato intelectual?
Trago comigo que o bom escritor seja aquele que tem o dom de transmitir sua alma, sua essência, seu sentimento, seu ser em letras e palavras. É mais que ondas eletro-magnéticas que passam por nossas cabeças e nos proporcionam movimentos. Trata-se daquele pequeno universo que existe em nós. Aquele pequeno, porém imenso e desconhecido universo que apesar de estar em nós ninguém nunca viu ou tocou, mas sabe que ele existe. Seria aquele Sopro, o Sopro Divino nas narinas de Adão.
Todas as pessoas tem história, tem gostos, tem sentidos e sentimentos. Todas estão aptas a escrever.
É-nos ensinado que para escrever devemos ter boa ortografia, escrita polida e extenso vocabulário. Sim, essas coisas são importantes, mas não são essências, são apenas instrumentos. O que é diferente de afirmar que não se deve escrever com vocabulário extenso ou da maneira padrão (norma culta) ou cortês. Mas o essencial é outra coisa: o Amor, a Paixão, o Sentimento.
“Mesmo que eu falasse a língua dos homens e dos anjos sem Amor eu nada seria” (1Cor, 13)
De que nos serve todos os instrumentos acima citados se não temos Amor, nem Paixão, nem Sentimento naquilo que transmitimos? Seria uma conversa vazia, sem alma, nem conteúdo. Lixo.
É o Amor, a Paixão, o Sentimento que fazem surgir grandes tramas, novelas, romances, suspenses, histórias, poemas, dramas, épicos, cartas, mensagens.
É o Amor, a Paixão, o Sentimento que fazem pessoas gastarem seu tempo para escrever as grandes e até as pequenas obras. Obras motivadas também pelo ódio, pelo desejo, pela inveja, avareza, ira, gula, luxúria, preguiça, vaidade. Sentimentos.
É o Amor, a Paixão, o Sentimento que fazem surgir livros de Física ou Matemática. Meu Deus, como pode alguém escrever esses tipos de livros? Mas eles têm tanto Sentimentos, tanto gosto nisso que se sentem motivados a transmitir aquilo que faz parte de suas vidas. Aquilo que é parte de suas vidas. Aquilo que é sua vida.
Mesmo que seja impossível materializarmos nosso universo em palavras, não, há palavras para descrever nosso universo, mesmo que seja somente minha alma, o bom escritor é aquele que mesmo sabendo da impossibilidade material de tal feito ainda assim tenta e se esforça para se transmitir a outrem.
Mesmo sabendo que cartas não são beijos, abraços, olhares, sorrisos ou peles, o bom escritor mesmo assim tenta. E mesmo que metafísicamente, espiritualmente, consegue, de maneira imperfeita se materializar e se fazer presente.
Bom escritor? Deve ter Amor.
sábado, 18 de junho de 2011
Faz sentido... (2)
Franz Kafka
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Maconha! Hemp!


quarta-feira, 8 de junho de 2011
Denonautas faz versão de Back in black

“Estamos tentando mudar a cena e vocês nem ajudam” – Essa foi a reação de Tico Santa Cruz às críticas sobre sua versão do clássico do AC/DC – Back In Black.
Ao alegar que o Rock Nacional esta morto e que os “roqueiros de gaveta não fazem porra nenhuma pelo rock no Brasil” Os Denonautas Roque Clube fizeram uma versão de Back In Black criticando o rock colorido da atualidade, o que não faz sentido é que a crítica é feita através de uma letra pitoresca e com a melodia e refrão são os mesmos do original.
Quando se fala em inovação entende-se uma busca por novos elementos ou o renascimento de elementos já consagrados. O que não faz nenhum sentido é que além da letra ser péssima a música é cantada numa forma que lembra muito o Rap e que não remete em nada inovação. Não seria muito dizer que ao tentar renovar eles conseguiram um retrocesso sem precedentes.
“Querem me calar e mesmo assim
Eu sigo na missão e vou lutando até o fim
Se o meu som não te toca rá,não tem problema
Entro pela internet depois quebro teu sistema
Censura, boicote, alienação
Querem jovens idiotas pro futuro da nação
Mas não foi sempre assim e nem precisa ser
Quebre essa corrente então bota pra foder
Com esses moleques retardados criado em shopping
Todos afetados, cérebro de brócoles
Dizem que isso é rock isso não é rock não
Rock é isso aqui então aprende esse refrão
Heeeeeeheee
I'm back in black, cuz' i'm back in black”
(Trecho da música – letras.terra.com.br)
É óbvio que o Rock atualmente nem merece ser chamado pelo mesmo ao observar a história dos grupos consagrados nesse contexto, mas criticar as músicas atuais não muda em nada, ainda mais com uma letra que não lembra nenhum pouco as grandes composições de antigamente e muito mesmo a forma como eram cantadas. Cabe ao Detonautas aceitar às críticas e tentar de novo se eles realmente quiserem mudar algo na música, já que a primeira tentativa foi falha e não inova em nada a música nacional.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Idéia De Viver...
No limiar de meus pensamentos devaneio-me com a possibilidade de que em algum lugar no tempo e espaço fomos avisados de como seria o mundo e de alguma forma nos esquecemos. Tudo o que passamos todas as respostas que procuramos tudo o que nos é feito e mesmo assim queremos mais do que tudo sem alguma confirmação nem chancela, viver, viver bem e na maioria das vezes tememos o nosso fim, fim que em minha opinião poderia ser um limite para o verdadeiro início.
O que faz que nossa passagem seja mágica deve ser alguma idéia inata de que tudo o que passamos aqui de alguma forma nos guiará para uma vida em algum tipo de plano superior.
De alguma forma sabemos disso, mas nos passa despercebido por algum outro desconhecido motivo. Claro que na maioria das vezes nos indignamos com os maus momentos e com as rasteiras que a vida persiste em deixar acontecer, o que não faz com que deixemos de querer estar neste mundo (não em sã consciência).
Como disse Schopenhauer “ nos preocupamos com o cadarço do sapato apertando nossos pés mas não vemos toda a saúde do resto de nosso corpo”...
Deve ser isto.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Osama Bin Laden

A cada dia que passa a História vai sendo escrita.






